Mostrando postagens com marcador Diálogo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diálogo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Oi?

É sabido o imenso clichê de diferenças entre os pensamentos masculinos e femininos. Sábado, anotei mais um. Numa situação bem descontraída, em que um garoto molhava latas de cervejas antes de colocá-los no congelador, rolou o seguinte diálogo:
Menina 1: Mas tu acha que só molhar adianta?
Menino: Claro, po. A água ajuda a congelar mais rápido.
Menina 1: Nossa!
Menina 2: HAHAHAHAHA
Menina 1: Tu entendeu, né?
Menina 2: Claro.
Menino: Hã?
Para quem não entendeu patavinas: as meninas acreditavam que, ao molhar as latas, o garoto estava preocupado com a higiene, não com a velocidade do congelamento das cervejas.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Podia ter dormido sem essa, Gabriela!

Certo dia, numa conversa com um amigo, rolou (mais ou menos) o seguinte diálogo:

As mulheres são muito complicadas.
Eu não acho, inclusive não me considero complicada.
Vou ficar calado em nome do cavalheirismo.

Na hora ignorei, mas depois pensei um pouco e cheguei à conclusão de que devo ser medianamente complicada, ok? No mais, quem ouvia Mulher de fases até acha graça dessa adjetivação.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Sempre Gabriela

— [...] Está vendo como eu sou? (cara de insatisfação)
— Sim. E você queria ser como? (expressão de curiosidade)
— Assim mesmo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Lição de omelete

Mais um diálogo daqueles que rendem aprendizado.

— Me conta uma coisa boa.
— Acho que abri um ovo podre, isso é uma coisa boa?
— Humm, acho que não, né?
— Eita, é não. Ele tá ok.

Captei a mensagem!

sábado, 12 de setembro de 2009

Pão ou pães é questão de opiniães

Estávamos conversando no elevador quando um casal entrou e nos cumprimentou. Ficamos em silêncio por algum tempo, esperando as pessoas irem embora. Assim, o elevador parou no P2, eles se foram e nós continuamos a prosa. Aliás, puxei outro assunto antes de prosseguirmos com o anterior.

— Que fofo. Tu viu?
— Os convites, né?
— É, eles foram distribuir os convites de casamento deles.
— Rapaz, não sei se isso é fofo não.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Refletindo

Contaram-me uma história mais ou menos assim:

Pessoa A — Ei, boy, me dá esse cachorro-quente. Tô com fome.
Pessoa B — Hum. Tá bem, toma.
Pessoa A — Eita, deixa, quero não. Tem catchup e maionese e eu não gosto não.

_________________________________
Personagens:
Pessoa A - Menino de rua
Pessoa B - Estudante de escola particular

sábado, 4 de julho de 2009

Rondando

Esta semana fiz minha primeira "ronda jornalística". Lá estou eu, discando os números telefônicos e torcendo para alguém atender do outro lado de linha. Isso porque é comum não atenderem; muitas vezes estão em horário de almoço ou a linha está ocupada. Bem, liguei para um celular — às vezes é melhor recorrer direto ao assessor responsável — e dei início ao diálogo:

— Olá, Z. Aqui é Gabriela [...]. Gostaria de saber se houve alguma ocorrência na manhã de hoje [...].
— Oi, Gabriela. Eu não posso te informar nada, não estou mais na empresa.
— Ah, ok, então.
— Ligue para o número XXXX-XXXX, que vão poder te passar essa informação.
— Certo, Obrigada [...].
— [...]

Ou seja, o mailing estava desatualizado e essa pessoa não trabalha mais para a empresa Y.

No fim da tarde, buscando uma informação específica para escrever uma nota, liguei para a empresa Y novamente. Um senhor muito educado atendeu e disse que não podia responder o que eu estava perguntando. porque não estava por dentro do assunto e sugeriu que eu ligasse para Z. Então, expliquei a ele que Z havia me dito, mais cedo, que não estava mais na empresa. Ele ficou bastante surpreso.

— Nossa, mas eu falei com Z hoje. Será que ele foi demitido agora de manhã?
— Não sei [...].
— Poxa, vou ligar para ele e tentar descobrir alguém para te dar essa informação.
— Certo [...].

Depois este homem telefonou para mim e explicou que quando Z disse que havia deixado a empresa, referia-se ao horário de almoço, que tinha saído para almoçar, apenas. Logo, o mailing estava correto, a informação que estava imprecisa.

Moral da história: Houve falha na comunicação.

Em seguida liguei para Z, que me informou o que eu precisava e, no final, perguntou do equívoco. Eu expliquei o que entendi, pedi desculpa e tudo ficou esclarecido.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Lição de anteontem: "Uma paixão não anula a outra"

Certas coisas são inesquecíveis.

[Cena do filme Meu Primeiro Amor - My Girl]

Marcella diz:
eu nunca concordei com o fim [do filme]
gabi diz:
nem eu
gabi diz:
nem eu
gabi diz:
nem eu
gabi diz:
vou acrescentar isso [este diálogo] na postagem
gabi diz:
sajdhsakdjhsakjdhsakjdsa
gabi diz:
posso?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Um E.T.

Poucas descobertas na vida deixaram-me tão triste quanto a de ontem.

— O Pequeno Príncipe é um E.T..
— Hã?
— Oxe, tu acha que ele é o quê? Uma criatura que vem de outro planeta só pode ser um E.T., um extra-terrestre...
— Pára!!!
— Um E.T.!!!
— Pára. Você está me frustrando.
— (Risos) Papai Noel não existe!
— Po, concluir que o Pequeno Príncipe é um E.T. é muito mais frustrante do que saber que Papai Noel não existe. Cara, isso é muito triste!