A biodiversidade do planeta Terra propicia uma grande luta pelo espaço e pela própria vida. Devido a tal disputa por território e com fins alimentícios, o homem, desde a Pré-História, tolhe as demais espécies consideradas óbices ao desenvolvimento e as necessárias à alimentação humana.
Mostrando postagens com marcador Redação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Redação. Mostrar todas as postagens
sábado, 14 de junho de 2008
Pelo MEIO.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
redação
Etanol: uma alternativa ambiental e econômica
A sociedade vigente usufrui de grande diversidade energética, as fontes são usadas em diferentes escalas em função do lugar a ser implantada. Devido à Revolução Industrial, o petróleo assumiu a liderança no fornecimento de energia. Desde então, as petrolíferas abastecem o mundo com o "ouro negro", responsável por crises e disputas. A Idade do Óleo Pétreo, porém, pode está próxima da derrocada.
Após a crise de 1973, propiciada pela Guerra de Yom Kippur, percebeu-se a extrema dependência mundial do petróleo assim, houve o recrudescimento das pesquisas em prol de novas fontes energéticas. No Brasil, implantou-se o Pró-Álcool, a fim de substituir em larga escala os combustíveis derivados do petróleo por etanol, a partir de 1975. O programa viabilizou-se através da baixo do preço do açúcar; na época, comercializar álcool tornava-se bem mais rentável.
Devido à recuperação da crise petrolífera, o projeto do governo Geisel começou a ruir. Questões anteriores, de dependência e crise, associadas a ímpetos ambientais, recolocaram o uso do etanol e de outras fontes renováveis em pauta. No caso brasileiro, especificamente, a utilização do combustível álcool poderá render grande crescimento econômico, em função do solo e clima propícios ao cultivo da cana-de-açúcar. É notório o maniqueísmo de tal questão, pois há, por parte dos ambientalistas, medo do provável desmatamento, semelhante ao ocorrido durante o Período Colonial, provocado pelas primeiras lavouras açucareiras.
É relevante o estudo das possíveis conseqüências do uso das novas fontes energéticas para saber quais as melhores alternativas e testar a viabilidade dos novos combustíveis. O Brasil, segundo o atual Presidente, agirá em função da economia e das questões ambientais. Salvo o problema da possível destruição das florestas, o etanol é uma alternativa bastante viável para o futuro; o fato de não influenciar no efeito estufa traz, portanto, uma enorme possibilidade de êxito.
Após a crise de 1973, propiciada pela Guerra de Yom Kippur, percebeu-se a extrema dependência mundial do petróleo assim, houve o recrudescimento das pesquisas em prol de novas fontes energéticas. No Brasil, implantou-se o Pró-Álcool, a fim de substituir em larga escala os combustíveis derivados do petróleo por etanol, a partir de 1975. O programa viabilizou-se através da baixo do preço do açúcar; na época, comercializar álcool tornava-se bem mais rentável.
Devido à recuperação da crise petrolífera, o projeto do governo Geisel começou a ruir. Questões anteriores, de dependência e crise, associadas a ímpetos ambientais, recolocaram o uso do etanol e de outras fontes renováveis em pauta. No caso brasileiro, especificamente, a utilização do combustível álcool poderá render grande crescimento econômico, em função do solo e clima propícios ao cultivo da cana-de-açúcar. É notório o maniqueísmo de tal questão, pois há, por parte dos ambientalistas, medo do provável desmatamento, semelhante ao ocorrido durante o Período Colonial, provocado pelas primeiras lavouras açucareiras.
É relevante o estudo das possíveis conseqüências do uso das novas fontes energéticas para saber quais as melhores alternativas e testar a viabilidade dos novos combustíveis. O Brasil, segundo o atual Presidente, agirá em função da economia e das questões ambientais. Salvo o problema da possível destruição das florestas, o etanol é uma alternativa bastante viável para o futuro; o fato de não influenciar no efeito estufa traz, portanto, uma enorme possibilidade de êxito.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Saúde Pública: A sociedade precisa se mobilizar para que funcione?
Torna-se bastante notório, na sociedade vigente, o quão frágil é o sistema público de saúde brasileiro. O recrudescimento da adesão aos planos de saúde e a extrema procura aos hospitais da rede privada são provas incontestes do ruir dos serviços públicos. É, no mínimo, estranho não perceber, por parte da sociedade, uma maior e eficaz mobilização a fim de reverter tal caos. A omissão dos setores sociais, de fato, incondiz com a relevância da saúde para toda a população, além de corroborar o enfraquecimento das instituições públicas.
É incomensurável a decadência dos hospitais; as filas e as condições de higiene e respeito aos pacientes são de extrema vexatoriedade para um país o qual se considera tão desenvolvido e justo. Em momentos eleitorais, vê-se discussões acerca do assunto, após as eleições, contudo, os projetos são, infelizmente, abandonados. No âmbito político, a saúde pública é completamente ignorada, exceto quando há possibilidade de lucro, mesmo de forma ilícita; muitos parlamentares usam o erário do país para vangloriarem-se
com luxos, no mínimo, nefastos e extremamente em contrate com a pobreza reinante no país.
Todos os problemas ligados ao social são propiciados por negligência da própria sociedade, sobretudo dos mais abonados. Parcela da população ainda dispõe de recursos suficientes para submeter-se aos setores privados, por tal motivação omite-se quanto à melhoria dos serviços públicos, os quais não lhes são, na prática, necessários. A parte pobre da sociedade, sem força política e expressão econômica, fica excluída e submetida às condições impostas pelo governo, mesmo após sacrificar-se para pagar inúmeros e abusivos impostos.
A desonestidade de alguns políticos, a negligência da classe média, a alienação das camadas altas e a submissão do povo pobre propiciam as mazelas do social. As parcelas com representatividade política excluem-se do debate; enquanto não necessitam dos serviços públicos, preferem omitir-se dos fatos. A sociedade precisa unir-se, a fragmentação à qual está subordinada não garante benefícios sociais. É mister uma reivindicação política de todos, para, enfim, construir um sistema público mais eficaz e democrático; a saúde, pois, é direito de todo o cidadão.
É incomensurável a decadência dos hospitais; as filas e as condições de higiene e respeito aos pacientes são de extrema vexatoriedade para um país o qual se considera tão desenvolvido e justo. Em momentos eleitorais, vê-se discussões acerca do assunto, após as eleições, contudo, os projetos são, infelizmente, abandonados. No âmbito político, a saúde pública é completamente ignorada, exceto quando há possibilidade de lucro, mesmo de forma ilícita; muitos parlamentares usam o erário do país para vangloriarem-se
com luxos, no mínimo, nefastos e extremamente em contrate com a pobreza reinante no país.
Todos os problemas ligados ao social são propiciados por negligência da própria sociedade, sobretudo dos mais abonados. Parcela da população ainda dispõe de recursos suficientes para submeter-se aos setores privados, por tal motivação omite-se quanto à melhoria dos serviços públicos, os quais não lhes são, na prática, necessários. A parte pobre da sociedade, sem força política e expressão econômica, fica excluída e submetida às condições impostas pelo governo, mesmo após sacrificar-se para pagar inúmeros e abusivos impostos.
A desonestidade de alguns políticos, a negligência da classe média, a alienação das camadas altas e a submissão do povo pobre propiciam as mazelas do social. As parcelas com representatividade política excluem-se do debate; enquanto não necessitam dos serviços públicos, preferem omitir-se dos fatos. A sociedade precisa unir-se, a fragmentação à qual está subordinada não garante benefícios sociais. É mister uma reivindicação política de todos, para, enfim, construir um sistema público mais eficaz e democrático; a saúde, pois, é direito de todo o cidadão.
Assinar:
Postagens (Atom)