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sábado, 14 de junho de 2008

Pelo MEIO.

A biodiversidade do planeta Terra propicia uma grande luta pelo espaço e pela própria vida. Devido a tal disputa por território e com fins alimentícios, o homem, desde a Pré-História, tolhe as demais espécies consideradas óbices ao desenvolvimento e as necessárias à alimentação humana. Para diferenciar-se de vez dos animais irracionais, o homem classificou-se como “homo sapiens sapiens”, pois julga ser duplamente sábio. Desde então, sob pretexto de melhorar o mundo, a espécie humana, ao definir-se superior, transforma o meio ambiente e provoca grandes desastres na natureza, o que torna inóspito o habitat dos demais seres vivos. Através de desmatamentos, queimadas e capturas, várias espécies tornam-se vítimas do dito desenvolvimento. O homem age, ainda, conforme a vaidade e utiliza pele animal a fim de produzir, irracionalmente, luxuosos acessórios modísticos. Devido à degradação humana, muitos seres vivos encontram-se extintos ou em processo de desaparecimento. Com grande egocentrismo e visando tão-somente o lucro, o homem aproveita-se da indefesa dos animais para lograr o topo do desenvolvimento. Com a ausência de um pensamento a longo prazo, as pessoas provocam a destruição do meio ambiente, sem sequer perceber o mal que causam a elas mesmas. A natureza encontra-se degradada, é mister, portanto, uma rápida conscientização a fim de dar continuação à vida.

*Redação escrita (em 2007) para o vestibular da UNICAP.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

redação

Etanol: uma alternativa ambiental e econômica

A sociedade vigente usufrui de grande diversidade energética, as fontes são usadas em diferentes escalas em função do lugar a ser implantada. Devido à Revolução Industrial, o petróleo assumiu a liderança no fornecimento de energia. Desde então, as petrolíferas abastecem o mundo com o "ouro negro", responsável por crises e disputas. A Idade do Óleo Pétreo, porém, pode está próxima da derrocada.

Após a crise de 1973, propiciada pela Guerra de Yom Kippur, percebeu-se a extrema dependência mundial do petróleo assim, houve o recrudescimento das pesquisas em prol de novas fontes energéticas. No Brasil, implantou-se o Pró-Álcool, a fim de substituir em larga escala os combustíveis derivados do petróleo por etanol, a partir de 1975. O programa viabilizou-se através da baixo do preço do açúcar; na época, comercializar álcool tornava-se bem mais rentável.

Devido à recuperação da crise petrolífera, o projeto do governo Geisel começou a ruir. Questões anteriores, de dependência e crise, associadas a ímpetos ambientais, recolocaram o uso do etanol e de outras fontes renováveis em pauta. No caso brasileiro, especificamente, a utilização do combustível álcool poderá render grande crescimento econômico, em função do solo e clima propícios ao cultivo da cana-de-açúcar. É notório o maniqueísmo de tal questão, pois há, por parte dos ambientalistas, medo do provável desmatamento, semelhante ao ocorrido durante o Período Colonial, provocado pelas primeiras lavouras açucareiras.

É relevante o estudo das possíveis conseqüências do uso das novas fontes energéticas para saber quais as melhores alternativas e testar a viabilidade dos novos combustíveis. O Brasil, segundo o atual Presidente, agirá em função da economia e das questões ambientais. Salvo o problema da possível destruição das florestas, o etanol é uma alternativa bastante viável para o futuro; o fato de não influenciar no efeito estufa traz, portanto, uma enorme possibilidade de êxito.