Hoje, a capa do Caderno C (Jornal do Commercio) versou sobre o livro que o ex-presidente da Fundação Padre Anchieta, Jorge da Cunha Lima, lançou esses dias sobre a TV Cultura, cujo título é Uma história da TV Cultura. Entre as coisas interessantes da reportagem, o que mais me chamou atenção foi a transcrição de um trechinho do livro, falando sobre a origem — que pouca gente conhece — do nome do programa Castelo Rá-Tim-Bum, há anos produzido pela emissora.


"Quem deu o nome foi o Edu Lobo. Nós fomos almoçar, o Fernando Meirelles foi o diretor do Rá-Tim-Bum, e nós fomos no almoço onde estávamos o Edu Lobo, acho que a Célia Marques, o Fernando e eu. E a gente contando para eles que a festa mais importante na vida da criança (...) é o dia do seu aniversário. É aquilo que ela espera o ano inteiro, o grande momento da festa, o cantar parabéns é um dos pontos altos da vida da criança. E a gente estava sem o nome do programa, aí o Edu Lobo falou: 'A, o momento do parabéns, então por que não 'Rá-Tim-Bum'?'; então ele deu o nome por causo do 'É pique, é pique... Rá-Tim-Bum'"Célia Regina Ferreira Santos, produtora do Rá-Tim-Bum.
Que criança da década de 1990 não assistiu, ao menos uma vez, ao Castelo Rá-tim-bum? Mesmo sendo considerado um dos melhores programas da televisão brasileira destinado ao público infanto-juvenil, confesso que não era muito fã das aventuras de Nino; impossível, contudo, é não reconhecer o caráter pedagógico dessa série.
Bum, Bum, Bum, Castelo Rá-Tim-Bum!
Bum, Bum, Bum, Castelo Rá-Tim-Bum!